Onde está o amor?
São tantos casais, namoros.
Frases incontáveis desse sentimento.
São postas, expostas,
A todo momento.
Mesmo assim, ainda não vejo esse maldito amor!
São tantos que o sentem,
O tempo inteiro,
Semana passada era João,
Agora mudou pra Sebastião, que é mais bonito.
Usou 'eu te amo' para os dois, mas não era amor?
Como a ferida tão fácil sarou?
Por que não durou?
Era o amor de sua vida! A felicidade de seus dias!
Não foi o que relatou?
Fingimento diário, atordoados pelo que é estar em seu palco,
Do teatro... chamado complexo de babaquice,
Dissimulação coberta por imundices.
Não há emoção verdadeira,
Que se desfaça com tanto desdém,
Sentimento puro, sem interesse, nunca convém.
Onde está o amor?
Não vejo nada além do complexo de cupido,
Que usou a flecha em si mesmo,
Porém, de nada serviu,
Não há como mentira virar verdade,
A ilusão ser a realidade.
Amor calendário,
Já tem data definida pra acabar,
Quando não satisfaz mais os interesses.
Fazem do amor algo que dá pra controlar,
Virou seu fantoche,
Ops, não era pra você ser o fantoche do amor?
És tu o controlado por tal sentimento que domina, instala-se,
Nunca houve uma escolha.
Onde está o amor? Maldito seja... não o enxergo.
Estarei fadada a ser cega?
Queria te ver por aí, vê se aparece, pelo menos as vezes.
PS: Sim, acho que vou continuar usando esse lugar como os outros que eu vá criar (blogs) como um desabafo pessoal, estúpida seja essa minha necessidade... As outras coisas que escrevo, história, livros, não dá pra colocar aqui, não confio, apenas quando estiver registrado como sendo de minha autoria. Entretanto, sabem que quem quiser ler é só falar comigo. A única 'história' ou seja lá o que for que coloquei na internet para quem quiser, foi "Desilusões de Vandra". Que é um conto que não significa o suficiente pra me preocupar com ele. Está no site nyah fanfiction, como já passei anteriormente, em algum post por aí.. haha Enfim, é isso.
Ass: Vanessa Discini
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Já era tempo
O trem veio lentamente,
Deslizava pelos trilhos, até parar,
Com as pessoas olhando atentamente,
O desembarcar...
Mas ela ia todo dia, esperar,
Ver a mesma cena, com rostos diferentes,sem nomes, desconhecidos.
Para ter certeza que em meio a estes, aquele que queria, não ia encontrar.
Deste fato sabia,
O problema era a mudança tão repentina,
Que tinha de se acostumar.
Mechia as pernas em uma mania frenética...
Sentada em um banco... tamanha repugnancia!
Ao pensar que aquele estava com a pura estética.
Levantou e andou em círculos,
A ideia de não revê-lo, era cômoda,
Apenas havia que se adaptar.
Voltou nos outros dias,
Outrora, a agunia persistia,
Agora já era hora de sarar...
Ali, não mais pertencia,
Talvez nunca houvesse sido seu lugar.
Pegou suas coisas e foi,
Era tempo de não voltar.
Ass: Vanessa Discini
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