sábado, 10 de outubro de 2015
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Não há poesia nos deleitos, na interação que resulta em beijos
É um apego psicológico, fantasia que nos mima
Sutilmente romantiza
Deixa-nos perto da alegria
De achar que tudo isso não é cru e nu
Egoísta e niilista
A música de fundo está no escuro
De nossas mentes inerentes
Ligadas pelo desejo tipicamente humano, urbano
De encontrar a paz momentaneamente
Rapidamente, pois o tempo é surdo
E não ouve à pedidos estúpidos
Espera-se o início de mais um período
Continuemos nossa dança
Mostre-me seus passos
Me enlace pelos braços
E cumprimentaremos os novos amores
Esculpidos e pintados de altruísta
Mais narcisista, egoísta,
Ao ponto de lhe perder.
Perdoe-me, sou fraca
Sou demais de abstrata,
Quero viver sem me prender.
Sem prender-me ao que é sincero,
O que é belo e singelo,
Venha a obscuridade, insanidade.
Desafio meus limites com a mais beautiful estupidez
Limites irreais, superficiais
Desejo o nada,
Sou demais de fraca,
ao sair do porto seguro?
quinta-feira, 19 de março de 2015
Amante do ilusório
Amante do ilusório, idealizador compulsório
Realisticamente te pedi...
Um mar de ondas momentâneo e durável
Fez disso puro escárnio
Para ver-se infeliz...
Depressivo ostensível,
Amores de papel, seu vício
Queres viver aflito, para não ter a mim...
Pretexto correto
Demonstra medo do tangível
Estagnada, desisti...
Conscientemente utópico
Desejo-lhe tudo o que quis
Pintado à ouro e com suborno
Para existir, enfim...
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