Não há poesia nos deleitos, na interação que resulta em beijos
É um apego psicológico, fantasia que nos mima
Sutilmente romantiza
Deixa-nos perto da alegria
De achar que tudo isso não é cru e nu
Egoísta e niilista
A música de fundo está no escuro
De nossas mentes inerentes
Ligadas pelo desejo tipicamente humano, urbano
De encontrar a paz momentaneamente
Rapidamente, pois o tempo é surdo
E não ouve à pedidos estúpidos
Espera-se o início de mais um período
Continuemos nossa dança
Mostre-me seus passos
Me enlace pelos braços
E cumprimentaremos os novos amores
Esculpidos e pintados de altruísta