É aberto um livro, do qual a história pouco importa.
- Como você está? - Finalmente ele diz, rotineiramente.
- Normal. - Minha resposta quando estou indiferente a isto, a meu próprio estado.
Porta aberta, passos calculados.
- Não demoro. - Nenhum contato, a porta se fecha.
Outra coisa dita além do típico 'normal' evitaria o som do motor? Claro que não.
O livro é posto de lado, indiferença.
Som de risos ensaiados vem da televisão, sinto-me enojada. Cenas ensaiadas, comparo aos passos que desde ontem ele pensava... Silêncio, ventos gélidos dessa manhã solitária me causam calafrios.
Uma gaveta da sala... Nem me disse onde ia!
O barulho do tiro assusta o beija-flor... O sangue escorre, parte do cerébro escarrado no piso frio... Um brinde à "indiferença"!
PS: Escrevi isto como algo bem avulso, não há conecxão disto com nenhuma outra escrita. Descrevi a cena que me veio em mente, sem mais nem menos.
Por que postei aqui? Ah, não sei... eu precisava postar alguma coisa.
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