quinta-feira, 16 de maio de 2013

Minha escassez

Fruto da minha mente eloquente
Que pede incessantemente para parar
Posso tocá-lo mas não ver através
Ah, se foste um fio de seda!

Apenas uma vã manta de veludo
Manchada, deteriorada...
Mastigada.

Falta-me o brilho do obscuro
O abismo do submundo
Palavras que não partam de opiniões e convencimentos...
Falta-me o mundo da imaginação real
E o que reside nele, o Elemento Primordial...
                          Este, um inócuo delírio.

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